domingo, outubro 26, 2014

100 anos!

Olá todos,

Hoje nossa Zilmar Mendes Martins faria 100 anos, feliz por ela aonde que que esteja,

Retomo esse blog, em homenagem à sua memoria, procurando divulgar suas idéias e sua obra!!

Beijos minha avó!!!


domingo, outubro 15, 2006

mais fotos da Vovó Zilmar!

Olá amigos

Estou postando mais duas fotos interessantes que encontrei nos meus arquivos:

1) meu irmão Marco com a vovó: foi a ultima vez que ele esteve com ela (dez/2000)... como ele mora nos USA toda oportunidade que ele tinha ia a Nova Russa para visitá-la...

















2) essa foto demonstra a beleza dela, como era vaidosa!... saudades!

sábado, maio 20, 2006

Soneto (raridade)

No Jornal O POVO de 24 de abril de 1936, arquivado na Biblioteca Pública do Estado do Ceará, foi publicado o Soneto Confronto de autoria da poetisa Zilmar Timbó Mendes, seu nome de solteira. Naquela época nossa querida Dona Zilmar tinha apenas 21 anos de vida.

CONFRONTO

A vida e a embarcação; eis dois extremos
Que navegam num mar de mil escolhos,
A nau aos vagalhões doidos, supremos,
A vida aos turbilhões de ais e de abrolhos.

Como no mar alguém leve o batel
Ao sul, a leste, aos quatro ventos, ao norte,
Nas vascas bravias do destino cruel,
O homem, a vida, aos páramos da morte

Ah! quantas vezes lutam pela vida,
Marujo e barco no revolto oceano,
Como o filho sem pai, com a mãe querida!

E se além numa praia entregue ao boto
Alguém viu despezados, mastro e vela,
São despojos de um barco sem piloto.

contribuição: Demétrio Aragão

quarta-feira, maio 17, 2006

6 Meses de Saudades...

Olá todos!

Hoje está fazendo seis meses do falecimento de D.Zilmar, Fundadora da primeira escola particular de Nova Russas, primeira Vereadora, Mestra de Português, Filóloga, Poetisa, Escritora, Dramaturga, Historiadora, Mãe de todos nós, órfãos de sua Ternura e Carinho!

Minha querida: um beijo onde quer que esteja!

sábado, maio 13, 2006

Voltando ao Blog...

Após um mês sem postar nada, volto a publicar uma foto super legal da minha vó Zilmar. Segundo minha mãe Inês ela devia ter uns 40 anos e deve ter sido tirada em alguma festa no clube de Nova Russas.
clique para ampliar
Da esquerda para direita: tia Mariinha, meu avô Osvaldo, nossa Mamá, tia Eli e seu Timóteo

Pena que minha vó saiu de olhos fechados, mas repare na elegância dela e no Black Dressing chiquérrimo que ela estava vestindo!... legal essa foto..

Interessante tambem é meu avô... como ele estava novinho e bem alegre nessa foto... engraçado é que a lembrança que tenho dele é de um homem rigoroso, carrancudo... quando ele morreu em 74 eu tinha dez anos e tenho uns flashs de lembranças bem interessantes das minhas idas à Nova Russas, nessa época....

uma das mais marcantes era na hora das refeições em que todos na mesa, quietos, e a Raimunda (um empregada das antigas) ficava abanando as moscas com um pano de prato, ao lado do meu avô, achava meio esquisito tudo aquilo...

eu ficava meio puto que meu avô na época só ficava "puxando o saco" do Marco (meu irmão), que fazia uns desenhos legais e que ele ficava admirando e elogiando... como eu não reclique para ampliarcebia o mesmo tratamento, ficou aquela imagem de carrancudo.. hahahah

a lembrança que tenho do meu avô é desta foto ao lado:

mas isso tudo são outras estórias... tem muita ainda p/ contar e registrar!

abraços!

quarta-feira, março 08, 2006

Dia Internacional da Mulher #2

Vasculhando fotos e documentos encontrei esta preciosidade, que é justamente um texto que D.Zilmar escreveu sobre o dia Universal da Mulher. Infelizmente o documento não traz datas e tambem ficou difícil digitalizá-lo totalmente, pois o papel em que foi escrito é maior que meu scanner... portanto decidí transcrever por completo o texto, deixando apenas uma parte da imagem, mas o suficiente para demonstrar quanta cultura detinha essa Dama e a lucidez com que aborda o tema!

Trabalho para o dia Universal da Mulher

Na criação do mundo, isto é, no alvorecer da vida, surgiu a mulher num paraíso - Eva - Obra delicada, pura e sensível de Deus, para a conservação do gênero humano. É a mulher, como cita a bíblia, a dominadora da serpente e do dragão, esmagadora da hidra, cuja predestinação e carisma a colocaram como esposa e mãe, sendo a rainha do lar.

A ela é atribuído todo o encantamento, e, na Grécia antiga foi representada por várias deusas: Vênus, Euterpe, Diana, Nereida, enfim, Vestal, que guardava as piras sagradas. Ainda, vemos Helena de Tróia dividindo dois povos e na extraordinária Roma a egípcia Cleópatra conquistando Júlio César, como tambem, na Assíria, Semíramis, esposa de Nabucodosor, surpreendendo Alexandre , o Grande.

A humanidade rende culto à mulher, e os poetas a classificam como a bela Estrela-do-Mar - Maria - que rivaliza com a Lua e com as ninfas dos rios encantados, onde tudo era magia; e a mitologia grega a consagrava e glorificava num ritual extremamente rigoroso.

Já o Romantismo dá, tambem, à mulher, formas delicadas, meigas e até ingênuClique para ampliaras, comparando-a às musas do Olimpo. A Literatura consagrou gênios, de cujo lirismo a transformou em anjo. O homem a valorizava, a ponto de dar a vida pelo seu amor, como Romeu. Todos tinham sua musa inspiradora: Petrarca, Abelardo, Camões. Foi a parte mais empolgante e bela da Literatura.

No Brasil nossos escritores tiveram sua fase áurea, sua hora estrelar. A mulher brasileira foi para os românticos, símbolo de amor e ternura. Ser mulher, era ser glorificada ao mais alto desejo de posse. Para o homem, fosse culta ou não; pobre ou rica, tinha a mesma exaltação, o mesmo valor, tanto material, quanto espiritual. E, em nosso solo Pátrio, o Romantismo criou Marília de Dirceu - Maria Joaquina Dorotéia de Seixas Brandão, a deusa de Tomás Antônio Gonzaga - Paraguassu, a índia da Bahia, que se batizou na França com o nome de Catarina, nome da que foi sua madrinha - Catarina de Médices, rainha da França, ocasião em que tambem se casou com o português Diogo Alvares Correia - O Caramuru. No Ceará, Iracema, a índia que imortalizou José de Alencar. Entre nossas heroínas, citamos Ana Nery, Maria Quitéria, Anita Garibaldi, a heroína de outras pátrias - Itália e Brasil - Madre Joana Angélica, Bárbara de Alencar e outras. Não se pode esquecer a cearense Raquel de Queirós, a primeira mulher a fazer parte da Academia Brasileira de Letras.

Mas o advento do Modernismo, sacudiu as bases estruturais da sociedade. Trouxe o predomínio da razão sobre o coração e atingiu a essência do que a mulher tinha de mais elevado - O decoro - Contudo não foi somente uma mudança de comportamento, foi, totalmente de costumes, separando os casais, dividindo lares, enfraquecendo a religião.

Em 1922, na Semana da Arte Moderna, Anita Malfatti, em São Paulo, expõe seus quadros de nudismo.

E a mulher, gradativamente, luta pela sua emancipação. Na Inglaterra, conquista o direito do voto; depois de muito sofrimento, torna-se pioneira na sufragação universal. Ao lado dessas conquistas, ela domina nas artes, letras, no cinema e vai às barras dos tribunais, em cargos eletivos, a vemos competir com o homem. Quantas mulheres se destacaram e se destacam na história política dos povos, na literatura, nas artes... Nos parlamentos, nas assembléias, como senadoras, deputadas, ministras: Golda Meyr, Margarette Tacther, Gomayr Buto, Isabelita, Indira Gand, são exemplos para a posteridade.

Em pleno século das luzes, a mulher transpõe os umbrais da liberdade extirpando a fúria do machismo, do preconceito, vil tabu, vencendo o ainda existente. mas ela chegará ao ano dois mil, livre do jugo imposto pelos austéros códigos do passado.

Nela ainda há o gesto amigo e esposa e mãe, apesar de tudo. Ser mãe é o mais belo desejo da maioria, uma vez que ela é a fonte da vida...

Viva a Mulher!

Zilmar Mendes Martins

Dia Internacional da Mulher #1


Em homenagem à esta grande mulher que foi D.Zilmar, minha querida avó, disponibilizo mais uma foto, tirada por ocasião do casamento de meus pais, Farias e Inês em 18 de Maio de 1963, em Nova Russas.

Minha avó Zilmar e Vovô Osvaldo (falecido em 74)
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quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Carta à neta Paulinha Timbó

A carta a seguir foi escrita por minha vó Zilmar por ocasião dos 15 anos de Paulinha, filha do Dr.Paulo Martins.

Nessa carta, alem de mostrar todo o carinho que ela demonstrava para todos os seus netos, revela como ela consegue transmitir mensagens e ensinamentos de uma maneira belíssima, em um tom quase poético e saudosista, mas de uma sabedoria embutida incrível...


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quarta-feira, janeiro 25, 2006

D.Zilmar em Salvador/BA

Olá todos,

Disponibilizo algumas fotos interessantes de minha avó Zilmar em sua última visita a Salvador em Setembro de 1999 (clique na fotos para ampliar):

no Cond.Mirante do Mar (casa de meu pai) de partida para o Ceará
no Jr.dos Namorados com minha mãe e Francine

Em minha casa em Itapoã:

nos jardins de minha casa, Milena no meio

terça-feira, janeiro 17, 2006

Dois meses da morte de D.Zilmar

Olá todos,

Hoje faz dois meses que minha querida avó partiu... pretendo continuar esse trabalho de compilar fatos, fotos, documentos e tudo aquilo que lembre seus feitos em sua passagem por este mundo.

Minha mãe (Inês) passou o reveillon em Nova Russas com tia Raquel, tia Teófila e demais parentes e trouxe um bom material para eu postar neste Blog.

No momento disponibilizo duas fotos interessantes: meu avô Osvaldo (grande amor de D.Zilmar) e minha bisavó Maria Timbó Mendes, mãe da vovó.

(clique nas fotos para ampliar)


segunda-feira, janeiro 16, 2006

DONA ZILMAR SÍMBOLO DA EDUCAÇÃO NOVARUSSENSE

(texto do Sr.Demétrio Aragão - Orkut - 21/12/2005)

Não podemos escrever a história de Nova Russas sem falar em Dona Zilmar, mulher inteligente, corajosa e altiva, educadora talentosa e poetisa iluminada, que dedicou a sua vida em prol da educação desta terra que ela enalteceu como ninguém.

Nascida em Tamboril, em 26/10/1914, filha de José Ribamar Mendes e Maria de Timbó Mendes, antes de completar um ano de vida veio residir em Nova Russas, terra que ela considerava o seu torrão natal. Não freqüentou universidades, era autodidata. Todavia, foi a mais laureada educadora de todos os tempos em Nova Russas.

Em 1931, freqüentou a escola do Juiz Aderbal Nunes Freire, onde se sobressaía como aluna brilhante e aplicada. Em 1934, iniciou uma escolinha com o nome de Escola Santa Teresinha, mais tarde, Educandário Nossa Senhora das Graças. Com competência e dedicação, ministrava o curso primário e preparava alunos para o exame de admissão. Ainda lecionou, por muitos anos, no Colégio Estadual Olegário Abreu Memória.

Em 1936, elegeu-se vereadora, sendo a primeira mulher a tomar assento na Câmara Municipal Novarussense. Casou-se, em 1940, com o médico, Dr. Osvaldo de Sousa Martins e tiveram os seguintes filhos: Paulo; Inês; Eugênio; Teófila; Mariazinha; Antônio Roberto; Sarah; Raquel e Ana.

Editou um livro de poesias, Nas plagas do Curtume, nele descreveu em prosa e versos a história de Nova Russas e de sua gente. Foi agraciada pela União Brasileira de Escritores, em 1994, com o título de honraria, pelo seu incansável labor intelectual.

Em 1995, recebeu a Medalha Monsenhor Leitão, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à educação desta terra. A maioria dos novarussenses que se destacou nas Letras, nas Armas, na Ciência, no Comércio, na Indústria e no Serviço Público tiveram como mestra, a nossa querida Dona Zilmar, pois 70 anos de sua existência foram dedicados ao magistério ativo.

Na noite de 17/11/2005 Dona Zilmar partiu para a vida eterna, deixando uma lacuna na cultura de Nova Russas e um vazio enorme nos corações de seus amigos, alunos e familiares...

terça-feira, dezembro 06, 2005

Do fundo do baú!!

Algumas preciosidades que gostaria de compartilhar com vocês:

Minha avó comigo e Marco no Pelourinho, durante visita a Salvador em jun/70

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Eu e minha querida Mamá na sala da casa dela em 1988 (acho eu)... depois, vendo com calma essa foto pude perceber o finado primo Osvaldinho dando tchau ao fundo!

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Eu, Milena no colo (com quatro anos), minha avó e Verinha, durante férias no Ceará em 93. Neste dia estávamos partindo de carro rumo ao Ipú e à Gruta de Ubajara

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sábado, novembro 26, 2005

Discurso do tio Paulo no funeral da vovó

Oração proferida à beira do túmulo de Zilmar Mendes Martins pelo Dr. Paulo Mendes de Souza Martins, em 18/11/05 às 18:00 (contribuição de Paulinha):

"Meu povo, atenção:

Estes versos vocês já ouviram hoje umas quatro vezes e vão ouvir novamente agora:

Ergo a vista e te vejo, Nova Russas,
no comburir do sol que te incendeia;
com fulgores e luzes tu me aguças,
a ser louca por ti, doce sereia.

Somente uma poetisa, mas uma poetisa apaixonada e muito apaixonada pela sua terra, poderia chamar a nossa tão querida cidade, uma cidade tão árida em seu clima ,tão castigada pela seca, uma cidade que fica de seis a oito meses por ano sem chover,poderia, repito, chama-la de “doce sereia”.Só muita paixão pela terra! (Aplausos)

Quem lê a bíblia, quem é familiarizado com ela e até mesmo os que se relacionam pouco com os textos sagrados, conhece a passagem que vou relatar.

Quando Jesus Cristo foi julgado pelo Sinédrio, entregue aos romanos, flagelado, crucificado, morto e sepultado, ressuscitou ao terceiro dia, andou pela terra antes de sua ascensão aos céus. Logo depois da ressurreição, dois dos seus discípulos se dirigiam por um caminho para um local chamado Emaús. No caminho estes dois discípulos conversavam tristes sobre os acontecimentos do fim de semana, quando se acercou deles um estranho e começou a falar com eles perguntando que conversa era aquela que eles desenvolviam e porque estavam tão tristes. Eles então lhe responderam: “Tu és o único peregrino em Jerusalém que não tomou conhecimento dos fatos que aconteceram nos últimos dias: De como Jesus Nazareno, homem profeta, poderoso em palavras e obras perante Deus e todo o povo, foi entregue pelos sumos sacerdotes e pelos príncipes para a morte na cruz.”

E a conversa entre os três se prolongou com a interlocução do estranho, sobre as profecias. Em certo momento aproximavam-se do lugar para onde iam e o estranho fingiu que continuava a viagem. Então os discípulos disseram: fica conosco pois já começou a escurecer, o dia declina e a estrada é deserta. Ele então entrou com eles. E aconteceu que, ao fazerem a ceia o estranho aceitou o pão benzeu-o e ao dividi-lo e repartir com eles, seus olhos se abriram e eles exclamaram: “É o Senhor. É Jesus.” ( Aplausos.)

Vou fazer uma analogia, uma simples analogia. Talvez seja uma analogia forçada, mas não há nada como um texto bíblico para ilustrar a cerimônia de uma passagem, para nós cristãos.
Se algum de vocês ou algum conterrâneo deparar com algum estranho em qualquer das nossas imediações, seja nos distritos, em Miguel Antonio, no Major Simplício, no Atrepado, ou mesmo fora dos nossos limites, na Holanda, no Tamboril, no Sucesso, nos contrafortes da Serra Grande, nas quebradas de Ararendá, e este estranho perguntar o que aconteceu na cidade, qual a causa de tal reboliço, quem morreu, o conterrâneo poderá responder com total segurança:

“Morreu a SENHORA NOVA RUSSAS

Requieseat in pace"

quarta-feira, novembro 23, 2005

Zilmar e o Sincretismo baiano...

Essa foto é muito legal!... tirada em 1970, em plena festa do Sr.do Bonfim: minha avó, tia Raquel e meu tio Zé Olimpio (atrás), irmão do meu pai Farias. Olhando mais atentamente percebi que ela está com um picolé na mão!.. hahahah

SE EU VISSE VOCÊ (à memória de Osvaldo de Souza Martins)

"Quando você partiu.
Eu ví tudo,
Menos você,
Mas era você
Tudo o que eu queria ver.

Ouvia ruídos e vozes ouvia,
Pessoas passavam,
Barulho ao redor
E tudo fugia...
E tudo sumia...

De olhos abertos
Não mais vi as coisas,
E mais nada eu via.
Não sabe por quê?
Porque eu só via,
Se visse você.

Se visse você
Eu via outra vez
O que eu queria ver,
Passava a trsiteza,
Meus olhos veriam
O mundo de novo
Alegre e feliz;

Curava a cegueira;
E sabia porquê:
Porquê eusó via,
Se visse você..."

Na minha opnião, esse é um dos poemas mais emocionantes do acervo dela, pois reflete toda a dor diante da perda do amor da vida dela... ela sofreu muito tambem com a perda de Osvaldinho...

segunda-feira, novembro 21, 2005

Reverenciando a procissão.. momento de orgulho para ela...
Ago/2002

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Agosto 2002

Fui p/ Nova Russas em Agosto/2002 para dar um beijo nela! Ficou super feliz pois tinha anos que não visitava a terrinha!

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domingo, novembro 20, 2005

Saudades...

17 de Novembro de 2005, 20:00 hrs... perdemos Zilmar Mendes Martins aos 91 anos, minha querida avó, professora, escritora, poetisa, política e mãe de todos nós, nascida em Tamboril/CE, mas Novarussense de alma e coração,

Crio esse Blog hoje para homenageá-la e perpetuar sua estória de vitórias e grandes feitos. Pretendo postar fotos, escritos e fatos ocorridos...

Primos, tios, deixem suas impressões e lembranças aqui, vamos enriquecer este espaço.

Beijos Mamá querida.. estamos rezando por vc!